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Mudei-me! [Jul. 1st, 2007|07:07 pm]
[Current Mood | quixotic]

Fui para ali... ---> http://twilightt.wordpress.com/
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Guillemots - Blue Would Still Be Blue [Oct. 27th, 2006|08:19 pm]
It's not raining cats, it's not raining dogs
And pigs are not flying, or turning the cogs
The sun has no hat on, whenever it shines
And I've never seen a cat with nine lives
I'm not in a film, I'm not in a play
I saw no aliens today
I just saw you, and thought of me

And if I had you
all the stars wouldn't fall from the sky
and the moon wouldn't start to cry
There'd be no earthquakes
I'd still make mistakes
If i had you
Oh there'd still be day and night
and I'd still do wrong and right
Blue would still be blue
But things would be easier with you

And this is no palace, the place that I live
And I am no king, but I've got things to give
And I waste so much time, thinking of time
And I should be out there, claiming what's mine
Any day I could die, just like I was born
And this bit in the middle is what I'm here for
And I just want to fill it all with joy

And if I had you
all the stars wouldn't fall from the sky
and the moon wouldn't start to cry
There'd be no earthquakes
I'd still make mistakes
If i had you
Oh there'd still be night and day
and we'd all still have to pay
Blue would still be blue
But things would just be easier with you
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(no subject) [Oct. 17th, 2006|04:14 pm]
Talvez por não saber falar de cor, Imaginei
Talvez por saber o que não será melhor, Aproximei
Meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós
Sei lá eu o que queres dizer, Despedir-me de ti
Adeus um dia voltarei a ser feliz

Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
não sei o que é sentir, se por falar falei
Pensei que se falasse era fácil de entender

Talvez por não saber falar de cor, Imaginei
Triste é o virar de costas, o último adeus
Sabe Deus o que quero dizer

Obrigado por saberes cuidar de mim
Tratar de mim, olhar para mim, escutar quem sou
e se ao menos tudo fosse igual a ti

Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor
não sei o que é sentir, se por falar falei
Pensei que se falasse era fácil de entender
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Elogio ao Amor [Oct. 13th, 2006|03:14 pm]
ELOGIO AO AMOR
Miguel Esteves Cardoso in Expresso

Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.

O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.

Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.

Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?

O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.

O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.

O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também.
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(no subject) [Sep. 25th, 2006|02:03 pm]
SNOW PATROL
Chasing Cars

We'll do it all
Everything
On our own

We don't need
Anything
Or anyone

If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me and just forget the world?

I don't quite know
How to say
How I feel

Those three words
Are said too much
They're not enough

If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me and just forget the world?

Forget what we're told
Before we get too old
Show me a garden that's bursting into life

Let's waste time
Chasing cars
Around our heads

I need your grace
To remind me
To find my own

If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me and just forget the world?

Forget what we're told
Before we get too old
Show me a garden that's bursting into life

All that I am
All that I ever was
Is here in your perfect eyes, they're all I can see

I don't know where
Confused about how as well
Just know that these things will never change for us at all

If I lay here
If I just lay here
Would you lie with me and just forget the world?
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citação de "Me, You and Everyone We Know" [Aug. 3rd, 2006|08:15 pm]
[Current Mood | contemplative]

Richard Swersey: "I don't want to have to do this living. I just walk around. I want to be swept off my feet, you know? I want my children to have magical powers. I am prepared for amazing things to happen. I can handle it."
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Melhores de 2005 [Feb. 15th, 2006|05:12 pm]
Aqui fica a minha lista de melhores filmes de 2005. Novamente, a lista contém os filmes que eu vi em 2005, no cinema ou em casa, e não os filmes que estrearam em 2005, por isso muitos deles são de 2004.

1. Closer - de Mike Nichols (2004)
2. Hawaii, Oslo - de Erik Poppe (2004)
3. Sin City - de Robert Rodriguez (2005)
4. Hotel Rwanda - de Terry George (2004)
5. The Assassination of Richard Nixon - de Niels Mueller (2004)
6. Saw - de James Wan (2004)
7. Crash - de Paul Haggis (2004)
8. The Edukators - de Hans Weingartner (2004)
9. Garden State - de Zach Braff (2004)
10. Private - de Saverio Costanzo (2004) [IndieLisboa]


Estes não conseguirem entrar nos 10 melhores, mas também me ficaram entranhados no organismo.

Alice - de Marco Martins (2005)
Anklaget aka Accused - de Jacob Thuesen (2005) [Festroia]
Birth - de Jonathan Glazer (2004)
Cellular - de David R. Ellis (2004)
Charlie and the Chocolate Factory - de Tim Burton (2005)
Días de Santiago - de Josue Mendez (2004) [IndieLisboa]
Enduring Love - de Roger Michell (2004)
Final Cut, The - de Omar Naim (2004)
Flightplan - de Robert Schwentke (2005)
Hitch - de Andy Tennant (2005)
Hitchhiker's Guide to the Galaxy, The - de Garth Jennings (2005)
Jacket, The - de John Maybury (2005)
Lord of War - de Andrew Niccol (2005)
Melinda and Melinda - de Woody Allen (2004)
Night Watch aka Nochnoy dozor - de Timur Bekmambetov (2004)
Nine Songs - de Michael Winterbottom (2004)
Red Eye - de Wes Craven (2005)
Screaming Men aka Huutajat - de Mika Ronkainen (2003) [Festroia]
Serenity - de Joss Whedon (2005)
Suspect Zero - de E. Elias Merhige (2004)
Untergang, Der - de Oliver Hirschbiegel (2004)
Woodsman, The - de Nicole Kassell (2004)
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citação [Feb. 4th, 2006|03:30 pm]
"A clean house is a sign of a wasted life."
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Citação Annie Hall [Feb. 2nd, 2006|02:49 pm]
Alvy Singer: This guy goes to a psychiatrist and says, "Doc, uh, my brother's crazy; he thinks he's a chicken." And, uh, the doctor says, "Well, why don't you turn him in?" The guy says, "I would, but I need the eggs."
Well, I guess that's pretty much now how I feel about relationships; y'know, they're totally irrational, and crazy, and absurd, and... but, uh, I guess we keep goin' through it because, uh, most of us... need the eggs.
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Nomeações Óscares 2006 [Jan. 31st, 2006|01:55 pm]
BEST MOTION PICTURE
Brokeback Mountain
Capote
Crash
Good Night, and Good Luck
Munich

DIRECTING
Ang Lee - "Brokeback Mountain"
Bennett Miller - "Capote"
Paul Haggis - "Crash"
George Clooney - "Good Night, and Good Luck"
Steven Spielberg - "Munich"

PERFORMANCE BY AN ACTOR IN A LEADING ROLE
Philip Seymour Hoffman in "Capote"
Terrence Howard in "Hustle & Flow"
Heath Ledger in "Brokeback Mountain"
Joaquin Phoenix in "Walk the Line"
David Strathairn in "Good Night, and Good Luck"

PERFORMANCE BY AN ACTRESS IN A LEADING ROLE
Judi Dench in "Mrs. Henderson Presents"
Felicity Huffman in "Transamerica"
Keira KnightleY in "Pride & Prejudice"
Charlize Theron in "North Country"
Reese Witherspoon in "Walk the Line"

PERFORMANCE BY AN ACTOR IN A SUPPORTING ROLE
George Clooney in "Syriana"
Matt Dillon in "Crash"
Paul Giamatti in "Cinderella Man"
Jake Gyllenhaal in "Brokeback Mountain"
William Hurt in "A History of Violence"

PERFORMANCE BY AN ACTRESS IN A SUPPORTING ROLE
Amy Adams in "Junebug"
Catherine Keener in "Capote"
Frances McDormand in "North Country"
Rachel Weisz in "The Constant Gardener"
Michelle Williams in "Brokeback Mountain"

ADAPTED SCREENPLAY
"Brokeback Mountain" - Screenplay by Larry McMurtry & Diana Ossana
"Capote" - Screenplay by Dan Futterman
"The Constant Gardener" - Screenplay by Jeffrey Caine
"A History of Violence" - Screenplay by Josh Olson
"Munich" - Screenplay by Tony Kushner and Eric Roth

ORIGINAL SCREENPLAY
"Crash" - Screenplay by Paul Haggis & Bobby Moresco
"Good Night, and Good Luck" - Screenplay by George Clooney & Grant Heslov
"Match Point" - Written by Woody Allen
"The Squid and the Whale" - Written by Noah Baumbach
"Syriana" - Written by Stephen Gaghan

BEST FOREIGN LANGUAGE FILM
"Don't Tell" - Italy
"Joyeux Noël" - France
"Paradise Now" - Palestine
"Sophie Scholl - The Final Days" - Germany
"Tsotsi" - South Africa

BEST ANIMATED FEATURE FILM
"Howl's Moving Castle" - Hayao Miyazaki
"Tim Burton's Corpse Bride" - Tim Burton and Mike Johnson
"Wallace & Gromit in the Curse of the Were-Rabbit" - Nick Park and Steve Box
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Caché de Michael Haneke [Jan. 27th, 2006|12:08 pm]
Este foi um daqueles filmes dos quais fui gostando mais com o tempo. Quando vi, não achei nada de especial, porque não percebi. Mas depois a história ficou a martelar-me na cabeça. E quando um filme consegue fazer isso já é, por si só, razão para subir mais na minha consideração.
Acabei por ir ao IMDB estudar as várias teorias. Eu sou apologista da teoria que a cena final era apenas mais uma cassete filmada por alguém. Alguém...



www.cache-lefilm.com
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citação [Jan. 25th, 2006|05:53 pm]
[Current Mood | pensive]

"Temos que ser a mudança que queremos ver no mundo."
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Syriana de Stephen Gaghan [Jan. 23rd, 2006|07:46 pm]
Eu gostava de dizer que gostei bastante deste filme e que o compreendi perfeitamente e, lá bem no fundo, até gostei, mas confesso que não tenho o mínimo estofo político para o compreender. Foi como se não o tivesse visto.


Bryan Woodman: "You want to know what the business world thinks of you? We think a hundred years ago you were living out here in tents in the desert chopping each others heads off, and that's exactly where you're gonna be in another hundred. So yes, on behalf of my firm, I accept your money."


http://syrianamovie.warnerbros.com
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Corpse Bride de Tim Burton [Jan. 22nd, 2006|05:16 pm]
[Current Mood | giddy]

E agora um monte de fotos de Corpse Bride, o último e fabuloso filme do mestre Tim Burton *inserir vénia aqui* - só porque me apetece!







Elder Gutknecht: Why go up there when people are dying to get down here?








http://corpsebridemovie.warnerbros.com/#
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Fim do Curso PTAV [Jan. 21st, 2006|02:12 pm]
[Current Mood | melancholy]

Ontem terminou o meu curso prático de Técnicos de Agências de Viagens e fizemos o nosso jantar de fim de curso, num restaurante de comida goesa que pertence ao marido de uma das colegas do curso. Foi um bom jantar, não tanto pela comida - que é um nadita (!!!) picante - mas pelo convívio.
Quando, por volta das três da manhã, se aproximava o fim da nossa noite, quando já tínhamos trocado contactos, ainda ficou no ar a promessa de um novo encontro. Tive pena. Apesar de não simpatizar por demais com nenhuma delas, agradou-me aquele bocadinho de galhofa, o facto de ter conhecido pessoas novas, com histórias diferentes para contar. E tive pena porque já sei que estas promessas não passam disso mesmo: promessas. "Tão amigas que nós somos e que ainda vamos ser" é muito bonito, mas é tudo treta porque, no final de contas, cada uma já tem a sua vida e os seus amigos, e dá trabalho e é preciso tempo para combinar novos encontros com pessoas que cruzaram a nossa vida pontualmente e com quem, no fundo, não queremos assim tanto continuar a conviver. Aliás, querer até queremos, mas é preciso tempo e dá trabalho. E o que acaba por acontecer é que ninguém dá o primeiro passo para um reencontro.
Não há nada de mal nisso, é normal que ninguém dê o primeiro passo. Eu própria não sei se o daria. Também já tenho a minha vida e os meus amigos. Simplesmente gostava que, por uma vez, no fim destas coisas, alguém fosse sincero e dissesse: "Bom, gostei muito de vos conhecer mas, como todos no fundo sabemos, nunca mais nos veremos, portanto adeus."
Esse esforço extra para um reencontro só se faz com os amigos mais próximos, porque - é verdade - já não temos o tempo e a paciência para fingir que conhecemos imensas pessoas e que nos damos lindamente com todas elas, como nos tempos do liceu. A verdade é que isso é mentira. Já não temos o tempo que tínhamos dantes. Por isso, há que estabelecer prioridades quando se trata de amizades, e passar mais tempo com as pessoas que realmente têm significado na nossa vida.
Há imensas pessoas que cruzam o meu caminho e com as quais depois perco o contacto mas gostava de passar mais tempo. Mas não dá. Cada um segue a sua vida e pronto. E, quando nos voltamos a encontrar, já somos pessoas um pouco diferentes e já tanta coisa aconteceu que fica um buraco enorme de distância entre os dois. E é complicado voltar a enchê-lo. É pena.

"Os dias são pequenos demais para todos os passeios que quero dar
e para todos os amigos que quero ver."
(John Burrough)
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citação [Jan. 17th, 2006|05:51 pm]
"A maior das caminhadas
começa com o primeiro passo"
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citação [Jan. 16th, 2006|05:49 pm]
[Current Mood | determined]

"Um dos maiores prazeres na vida é realizar
o que os outros dizem que não conseguimos fazer."
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The Family Stone de Thomas Bezucha [Jan. 13th, 2006|07:40 pm]
Sim, é um filme de gajas e eu fui vê-lo, com mais duas gajas minhas amigas. Confesso, sou uma adepta assumida de filmes de gajas. Porque o cinema não é só filmes de autor e dramas profundos. De vez em quando, sabe bem ver um filme-pipoca ou um filme de gajas, para descontrair, e porque existem bons filmes dentro de qualquer género.
E este até foi um bom filme. Achei-o realista, mesmo apesar do típico final feliz e em família, porque a vida não é só feita de maus momentos, também tem os seus finais felizes e em família. E mostra como a vida tem a sua maneira de nos tirar o tapete debaixo dos pés, quando julgamos que já a temos toda alinhada numa direcção e, inesperadamente, descobrimos outro caminho e sentimos que, afinal, foi esse que sempre nos esteve destinado.



Além disso, tem a Claire Danes. Digam lá se não é simplesmente linda...




Ben Stone: [to Meredith]
"You have the freak flag... you just don't fly it."
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citação [Jan. 9th, 2006|05:42 pm]
"As únicas pessoas que nunca falham
são as que nunca tentam."
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(no subject) [Jan. 6th, 2006|05:00 pm]
The Dresden Dolls
coin operated boy

coin operated boy
sitting on the shelf he is just a toy
but i turn him on and he comes to life
automatic joy that is why i want
a coin operated boy

made of plastic and elastic
he is rugged and long-lasting
who could ever ever ask for more
love without complications galore
many shapes and weights to choose from
i will never leave my bedroom
i will never cry at night again
wrap my arms around him and pretend

coin operated boy
all the other real ones that i destroy
cannot hold a candle to my new boy
and i'll never let him go and i'll never be alone
not with my coin operated boy

this bridge was written to make you feel smittener
with my sad picture of girl getting bitterer
can you extract me from my plastic fantasy
i didn't think so but i'm still convinceable
will you persist even after i bet you a billion dollars that i'll never love you
will you persist even after i kiss you goodbye for the last time
will you keep on trying to prove it?
i'm dying to lose it...
i want it
i want you
i want a coin operated boy

and if i had a star to wish on
for my life i can't imagine
any flesh and blood could be his match
i can even take him in the bath

coin operated boy
he may not be real experienced with girls
but i know he feels like a boy should feel
isn't that the point that is why i want
a coin operated boy
with his pretty coin operated voice
saying that he loves me that he's thinking of me
straight and to the point
that is why i want
a coin operated boy
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