| Guillemots - Blue Would Still Be Blue |
[Oct. 27th, 2006|08:19 pm] |
It's not raining cats, it's not raining dogs And pigs are not flying, or turning the cogs The sun has no hat on, whenever it shines And I've never seen a cat with nine lives I'm not in a film, I'm not in a play I saw no aliens today I just saw you, and thought of me
And if I had you all the stars wouldn't fall from the sky and the moon wouldn't start to cry There'd be no earthquakes I'd still make mistakes If i had you Oh there'd still be day and night and I'd still do wrong and right Blue would still be blue But things would be easier with you
And this is no palace, the place that I live And I am no king, but I've got things to give And I waste so much time, thinking of time And I should be out there, claiming what's mine Any day I could die, just like I was born And this bit in the middle is what I'm here for And I just want to fill it all with joy
And if I had you all the stars wouldn't fall from the sky and the moon wouldn't start to cry There'd be no earthquakes I'd still make mistakes If i had you Oh there'd still be night and day and we'd all still have to pay Blue would still be blue But things would just be easier with you |
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| (no subject) |
[Oct. 17th, 2006|04:14 pm] |
Talvez por não saber falar de cor, Imaginei Talvez por saber o que não será melhor, Aproximei Meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós Sei lá eu o que queres dizer, Despedir-me de ti Adeus um dia voltarei a ser feliz
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir, se por falar falei Pensei que se falasse era fácil de entender
Talvez por não saber falar de cor, Imaginei Triste é o virar de costas, o último adeus Sabe Deus o que quero dizer
Obrigado por saberes cuidar de mim Tratar de mim, olhar para mim, escutar quem sou e se ao menos tudo fosse igual a ti
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor não sei o que é sentir, se por falar falei Pensei que se falasse era fácil de entender |
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| Elogio ao Amor |
[Oct. 13th, 2006|03:14 pm] |
ELOGIO AO AMOR Miguel Esteves Cardoso in Expresso
Há coisas que não são para se perceberem. Esta é uma delas. Tenho uma coisa para dizer e não sei como hei-de dizê-la. Muito do que se segue pode ser, por isso, incompreensível. A culpa é minha. O que for incompreensível não é mesmo para se perceber. Não é por falta de clareza. Serei muito claro. Eu próprio percebo pouco do que tenho para dizer. Mas tenho de dizê-lo.
O que quero é fazer o elogio do amor puro. Parece-me que já ninguém se apaixona de verdade. Já ninguém quer viver um amor impossível. Já ninguém aceita amar sem uma razão. Hoje as pessoas apaixonam-se por uma questão de prática. Porque dá jeito. Porque são colegas e estão ali mesmo ao lado. Porque se dão bem e não se chateiam muito. Porque faz sentido. Porque é mais barato, por causa da casa. Por causa da cama. Por causa das cuecas e das calças e das contas da lavandaria.
Hoje em dia as pessoas fazem contratos pré-nupciais, discutem tudo de antemão, fazem planos e à mínima merdinha entram logo em "diálogo". O amor passou a ser passível de ser combinado. Os amantes tornaram-se sócios. Reúnem-se, discutem problemas, tomam decisões. O amor transformou-se numa variante psico-sócio-bio-ecológica de camaradagem. A paixão, que devia ser desmedida, é na medida do possível. O amor tornou-se uma questão prática. O resultado é que as pessoas, em vez de se apaixonarem de verdade, ficam "praticamente" apaixonadas.
Eu quero fazer o elogio do amor puro, do amor cego, do amor estúpido, do amor doente, do único amor verdadeiro que há, estou farto de conversas, farto de compreensões, farto de conveniências de serviço. Nunca vi namorados tão embrutecidos, tão cobardes e tão comodistas como os de hoje. Incapazes de um gesto largo, de correr um risco, de um rasgo de ousadia, são uma raça de telefoneiros e capangas de cantina, malta do "tá bem, tudo bem", tomadores de bicas, alcançadores de compromissos, bananóides, borra-botas, matadores do romance, romanticidas. Já ninguém se apaixona? Já ninguém aceita a paixão pura, a saudade sem fim, a tristeza, o desequilíbrio, o medo, o custo, o amor, a doença que é como um cancro a comer-nos o coração e que nos canta no peito ao mesmo tempo?
O amor é uma coisa, a vida é outra. O amor não é para ser uma ajudinha. Não é para ser o alívio, o repouso, o intervalo, a pancadinha nas costas, a pausa que refresca, o pronto-socorro da tortuosa estrada da vida, o nosso "dá lá um jeitinho sentimental". Odeio esta mania contemporânea por sopas e descanso. Odeio os novos casalinhos. Para onde quer que se olhe, já não se vê romance, gritaria, maluquice, facada, abraços, flores. O amor fechou a loja. Foi trespassada ao pessoal da pantufa e da serenidade. Amor é amor. É essa beleza. É esse perigo. O nosso amor não é para nos compreender, não é para nos ajudar, não é para nos fazer felizes. Tanto pode como não pode. Tanto faz. É uma questão de azar.
O nosso amor não é para nos amar, para nos levar de repente ao céu, a tempo ainda de apanhar um bocadinho de inferno aberto. O amor é uma coisa, a vida é outra. A vida às vezes mata o amor. A "vidinha" é uma convivência assassina. O amor puro não é um meio, não é um fim, não é um princípio, não é um destino. O amor puro é uma condição. Tem tanto a ver com a vida de cada um como o clima. O amor não se percebe. Não é para perceber. O amor é um estado de quem se sente. O amor é a nossa alma. É a nossa alma a desatar. A desatar a correr atrás do que não sabe, não apanha, não larga, não compreende.
O amor é uma verdade. É por isso que a ilusão é necessária. A ilusão é bonita, não faz mal. Que se invente e minta e sonhe o que quiser. O amor é uma coisa, a vida é outra. A realidade pode matar, o amor é mais bonito que a vida. A vida que se lixe. Num momento, num olhar, o coração apanha-se para sempre. Ama-se alguém. Por muito longe, por muito difícil, por muito desesperadamente. O coração guarda o que se nos escapa das mãos. E durante o dia e durante a vida, quando não esta lá quem se ama, não é ela que nos acompanha - é o nosso amor, o amor que se lhe tem. Não é para perceber. É sinal de amor puro não se perceber, amar e não se ter, querer e não guardar a esperança, doer sem ficar magoado, viver sozinho, triste, mas mais acompanhado de quem vive feliz. Não se pode ceder. Não se pode resistir. A vida é uma coisa, o amor é outra. A vida dura a Vida inteira, o amor não. Só um mundo de amor pode durar a vida inteira. E valê-la também. |
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| (no subject) |
[Sep. 25th, 2006|02:03 pm] |
SNOW PATROL Chasing Cars
We'll do it all Everything On our own
We don't need Anything Or anyone
If I lay here If I just lay here Would you lie with me and just forget the world?
I don't quite know How to say How I feel
Those three words Are said too much They're not enough
If I lay here If I just lay here Would you lie with me and just forget the world?
Forget what we're told Before we get too old Show me a garden that's bursting into life
Let's waste time Chasing cars Around our heads
I need your grace To remind me To find my own
If I lay here If I just lay here Would you lie with me and just forget the world?
Forget what we're told Before we get too old Show me a garden that's bursting into life
All that I am All that I ever was Is here in your perfect eyes, they're all I can see
I don't know where Confused about how as well Just know that these things will never change for us at all
If I lay here If I just lay here Would you lie with me and just forget the world? |
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| citação de "Me, You and Everyone We Know" |
[Aug. 3rd, 2006|08:15 pm] |
| [ | Current Mood |
| | contemplative | ] | Richard Swersey: "I don't want to have to do this living. I just walk around. I want to be swept off my feet, you know? I want my children to have magical powers. I am prepared for amazing things to happen. I can handle it." |
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| Melhores de 2005 |
[Feb. 15th, 2006|05:12 pm] |
Aqui fica a minha lista de melhores filmes de 2005. Novamente, a lista contém os filmes que eu vi em 2005, no cinema ou em casa, e não os filmes que estrearam em 2005, por isso muitos deles são de 2004.
1. Closer - de Mike Nichols (2004) 2. Hawaii, Oslo - de Erik Poppe (2004) 3. Sin City - de Robert Rodriguez (2005) 4. Hotel Rwanda - de Terry George (2004) 5. The Assassination of Richard Nixon - de Niels Mueller (2004) 6. Saw - de James Wan (2004) 7. Crash - de Paul Haggis (2004) 8. The Edukators - de Hans Weingartner (2004) 9. Garden State - de Zach Braff (2004) 10. Private - de Saverio Costanzo (2004) [IndieLisboa]
Estes não conseguirem entrar nos 10 melhores, mas também me ficaram entranhados no organismo.
Alice - de Marco Martins (2005) Anklaget aka Accused - de Jacob Thuesen (2005) [Festroia] Birth - de Jonathan Glazer (2004) Cellular - de David R. Ellis (2004) Charlie and the Chocolate Factory - de Tim Burton (2005) Días de Santiago - de Josue Mendez (2004) [IndieLisboa] Enduring Love - de Roger Michell (2004) Final Cut, The - de Omar Naim (2004) Flightplan - de Robert Schwentke (2005) Hitch - de Andy Tennant (2005) Hitchhiker's Guide to the Galaxy, The - de Garth Jennings (2005) Jacket, The - de John Maybury (2005) Lord of War - de Andrew Niccol (2005) Melinda and Melinda - de Woody Allen (2004) Night Watch aka Nochnoy dozor - de Timur Bekmambetov (2004) Nine Songs - de Michael Winterbottom (2004) Red Eye - de Wes Craven (2005) Screaming Men aka Huutajat - de Mika Ronkainen (2003) [Festroia] Serenity - de Joss Whedon (2005) Suspect Zero - de E. Elias Merhige (2004) Untergang, Der - de Oliver Hirschbiegel (2004) Woodsman, The - de Nicole Kassell (2004) |
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| citação |
[Feb. 4th, 2006|03:30 pm] |
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"A clean house is a sign of a wasted life." |
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| Citação Annie Hall |
[Feb. 2nd, 2006|02:49 pm] |
Alvy Singer: This guy goes to a psychiatrist and says, "Doc, uh, my brother's crazy; he thinks he's a chicken." And, uh, the doctor says, "Well, why don't you turn him in?" The guy says, "I would, but I need the eggs." Well, I guess that's pretty much now how I feel about relationships; y'know, they're totally irrational, and crazy, and absurd, and... but, uh, I guess we keep goin' through it because, uh, most of us... need the eggs. |
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| Nomeações Óscares 2006 |
[Jan. 31st, 2006|01:55 pm] |
BEST MOTION PICTURE Brokeback Mountain Capote Crash Good Night, and Good Luck Munich
DIRECTING Ang Lee - "Brokeback Mountain" Bennett Miller - "Capote" Paul Haggis - "Crash" George Clooney - "Good Night, and Good Luck" Steven Spielberg - "Munich"
PERFORMANCE BY AN ACTOR IN A LEADING ROLE Philip Seymour Hoffman in "Capote" Terrence Howard in "Hustle & Flow" Heath Ledger in "Brokeback Mountain" Joaquin Phoenix in "Walk the Line" David Strathairn in "Good Night, and Good Luck"
PERFORMANCE BY AN ACTRESS IN A LEADING ROLE Judi Dench in "Mrs. Henderson Presents" Felicity Huffman in "Transamerica" Keira KnightleY in "Pride & Prejudice" Charlize Theron in "North Country" Reese Witherspoon in "Walk the Line"
PERFORMANCE BY AN ACTOR IN A SUPPORTING ROLE George Clooney in "Syriana" Matt Dillon in "Crash" Paul Giamatti in "Cinderella Man" Jake Gyllenhaal in "Brokeback Mountain" William Hurt in "A History of Violence"
PERFORMANCE BY AN ACTRESS IN A SUPPORTING ROLE Amy Adams in "Junebug" Catherine Keener in "Capote" Frances McDormand in "North Country" Rachel Weisz in "The Constant Gardener" Michelle Williams in "Brokeback Mountain"
ADAPTED SCREENPLAY "Brokeback Mountain" - Screenplay by Larry McMurtry & Diana Ossana "Capote" - Screenplay by Dan Futterman "The Constant Gardener" - Screenplay by Jeffrey Caine "A History of Violence" - Screenplay by Josh Olson "Munich" - Screenplay by Tony Kushner and Eric Roth
ORIGINAL SCREENPLAY "Crash" - Screenplay by Paul Haggis & Bobby Moresco "Good Night, and Good Luck" - Screenplay by George Clooney & Grant Heslov "Match Point" - Written by Woody Allen "The Squid and the Whale" - Written by Noah Baumbach "Syriana" - Written by Stephen Gaghan BEST FOREIGN LANGUAGE FILM "Don't Tell" - Italy "Joyeux Noël" - France "Paradise Now" - Palestine "Sophie Scholl - The Final Days" - Germany "Tsotsi" - South Africa
BEST ANIMATED FEATURE FILM "Howl's Moving Castle" - Hayao Miyazaki "Tim Burton's Corpse Bride" - Tim Burton and Mike Johnson "Wallace & Gromit in the Curse of the Were-Rabbit" - Nick Park and Steve Box |
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| Caché de Michael Haneke |
[Jan. 27th, 2006|12:08 pm] |
Este foi um daqueles filmes dos quais fui gostando mais com o tempo. Quando vi, não achei nada de especial, porque não percebi. Mas depois a história ficou a martelar-me na cabeça. E quando um filme consegue fazer isso já é, por si só, razão para subir mais na minha consideração. Acabei por ir ao IMDB estudar as várias teorias. Eu sou apologista da teoria que a cena final era apenas mais uma cassete filmada por alguém. Alguém...
www.cache-lefilm.com |
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| citação |
[Jan. 25th, 2006|05:53 pm] |
| [ | Current Mood |
| | pensive | ] | "Temos que ser a mudança que queremos ver no mundo." |
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| Syriana de Stephen Gaghan |
[Jan. 23rd, 2006|07:46 pm] |
Eu gostava de dizer que gostei bastante deste filme e que o compreendi perfeitamente e, lá bem no fundo, até gostei, mas confesso que não tenho o mínimo estofo político para o compreender. Foi como se não o tivesse visto.
Bryan Woodman: "You want to know what the business world thinks of you? We think a hundred years ago you were living out here in tents in the desert chopping each others heads off, and that's exactly where you're gonna be in another hundred. So yes, on behalf of my firm, I accept your money."
http://syrianamovie.warnerbros.com |
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| Corpse Bride de Tim Burton |
[Jan. 22nd, 2006|05:16 pm] |
| [ | Current Mood |
| | giddy | ] | E agora um monte de fotos de Corpse Bride, o último e fabuloso filme do mestre Tim Burton *inserir vénia aqui* - só porque me apetece!
Elder Gutknecht: Why go up there when people are dying to get down here?
http://corpsebridemovie.warnerbros.com/# |
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| Fim do Curso PTAV |
[Jan. 21st, 2006|02:12 pm] |
| [ | Current Mood |
| | melancholy | ] | Ontem terminou o meu curso prático de Técnicos de Agências de Viagens e fizemos o nosso jantar de fim de curso, num restaurante de comida goesa que pertence ao marido de uma das colegas do curso. Foi um bom jantar, não tanto pela comida - que é um nadita (!!!) picante - mas pelo convívio. Quando, por volta das três da manhã, se aproximava o fim da nossa noite, quando já tínhamos trocado contactos, ainda ficou no ar a promessa de um novo encontro. Tive pena. Apesar de não simpatizar por demais com nenhuma delas, agradou-me aquele bocadinho de galhofa, o facto de ter conhecido pessoas novas, com histórias diferentes para contar. E tive pena porque já sei que estas promessas não passam disso mesmo: promessas. "Tão amigas que nós somos e que ainda vamos ser" é muito bonito, mas é tudo treta porque, no final de contas, cada uma já tem a sua vida e os seus amigos, e dá trabalho e é preciso tempo para combinar novos encontros com pessoas que cruzaram a nossa vida pontualmente e com quem, no fundo, não queremos assim tanto continuar a conviver. Aliás, querer até queremos, mas é preciso tempo e dá trabalho. E o que acaba por acontecer é que ninguém dá o primeiro passo para um reencontro. Não há nada de mal nisso, é normal que ninguém dê o primeiro passo. Eu própria não sei se o daria. Também já tenho a minha vida e os meus amigos. Simplesmente gostava que, por uma vez, no fim destas coisas, alguém fosse sincero e dissesse: "Bom, gostei muito de vos conhecer mas, como todos no fundo sabemos, nunca mais nos veremos, portanto adeus." Esse esforço extra para um reencontro só se faz com os amigos mais próximos, porque - é verdade - já não temos o tempo e a paciência para fingir que conhecemos imensas pessoas e que nos damos lindamente com todas elas, como nos tempos do liceu. A verdade é que isso é mentira. Já não temos o tempo que tínhamos dantes. Por isso, há que estabelecer prioridades quando se trata de amizades, e passar mais tempo com as pessoas que realmente têm significado na nossa vida. Há imensas pessoas que cruzam o meu caminho e com as quais depois perco o contacto mas gostava de passar mais tempo. Mas não dá. Cada um segue a sua vida e pronto. E, quando nos voltamos a encontrar, já somos pessoas um pouco diferentes e já tanta coisa aconteceu que fica um buraco enorme de distância entre os dois. E é complicado voltar a enchê-lo. É pena.
"Os dias são pequenos demais para todos os passeios que quero dar e para todos os amigos que quero ver." (John Burrough) |
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| citação |
[Jan. 17th, 2006|05:51 pm] |
"A maior das caminhadas começa com o primeiro passo" |
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| citação |
[Jan. 16th, 2006|05:49 pm] |
| [ | Current Mood |
| | determined | ] | "Um dos maiores prazeres na vida é realizar o que os outros dizem que não conseguimos fazer." |
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| The Family Stone de Thomas Bezucha |
[Jan. 13th, 2006|07:40 pm] |
Sim, é um filme de gajas e eu fui vê-lo, com mais duas gajas minhas amigas. Confesso, sou uma adepta assumida de filmes de gajas. Porque o cinema não é só filmes de autor e dramas profundos. De vez em quando, sabe bem ver um filme-pipoca ou um filme de gajas, para descontrair, e porque existem bons filmes dentro de qualquer género. E este até foi um bom filme. Achei-o realista, mesmo apesar do típico final feliz e em família, porque a vida não é só feita de maus momentos, também tem os seus finais felizes e em família. E mostra como a vida tem a sua maneira de nos tirar o tapete debaixo dos pés, quando julgamos que já a temos toda alinhada numa direcção e, inesperadamente, descobrimos outro caminho e sentimos que, afinal, foi esse que sempre nos esteve destinado.
Além disso, tem a Claire Danes. Digam lá se não é simplesmente linda...
Ben Stone: [to Meredith] "You have the freak flag... you just don't fly it." |
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| citação |
[Jan. 9th, 2006|05:42 pm] |
"As únicas pessoas que nunca falham são as que nunca tentam." |
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| (no subject) |
[Jan. 6th, 2006|05:00 pm] |
The Dresden Dolls coin operated boy
coin operated boy sitting on the shelf he is just a toy but i turn him on and he comes to life automatic joy that is why i want a coin operated boy
made of plastic and elastic he is rugged and long-lasting who could ever ever ask for more love without complications galore many shapes and weights to choose from i will never leave my bedroom i will never cry at night again wrap my arms around him and pretend
coin operated boy all the other real ones that i destroy cannot hold a candle to my new boy and i'll never let him go and i'll never be alone not with my coin operated boy
this bridge was written to make you feel smittener with my sad picture of girl getting bitterer can you extract me from my plastic fantasy i didn't think so but i'm still convinceable will you persist even after i bet you a billion dollars that i'll never love you will you persist even after i kiss you goodbye for the last time will you keep on trying to prove it? i'm dying to lose it... i want it i want you i want a coin operated boy
and if i had a star to wish on for my life i can't imagine any flesh and blood could be his match i can even take him in the bath
coin operated boy he may not be real experienced with girls but i know he feels like a boy should feel isn't that the point that is why i want a coin operated boy with his pretty coin operated voice saying that he loves me that he's thinking of me straight and to the point that is why i want a coin operated boy |
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